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Catequese aprende mais sobre os Santos Francisco e Jacinta Marto

Esta terça-feira, no dia da Festa Litúrgica dos Santos Francisco e Jacinta Marto, os Pastorinhos de Fátima (20 de Fevereiro), os jovens do 6.º volume da Catequese juntaram-se para celebrar a eucaristia, a que se seguiu um encontro de ensinamentos sobre estes dois santos, no Salão da Igreja Matriz.

Este foi o segundo encontro temático “Quem são os Santos? Heróis da Fé”, orientado pelo Padre Juliano.

Aqui ficam algumas fotografias deste momento.

Escala da Via Sacra

estrada pedraPartilhamos a escala dos grupos responsáveis pela Via Sacra nos vários núcleos, ao longo desta Quaresma:

MATRIZ
23 Fev. – Pastoral Familiar | CPM | Pastoral Africana
02 Mar. – G.C. Juvenil | COR | CPB | Apostolado de Oração
09 Mar. – Grupo de Oração RUAH | MEC | Acólitos | Visitadores de Doentes
16 Mar. – Leitores | Famílias de Nazaré | Legião de Maria | Grupo de Orações de Taizé
23 Mar. – Catequese | DCP | Pastoral Juvenil

PATAMEIRAS – Divina Misericórdia
23 Fev. – MEC
02 Mar. – G. J. Divina Misericórdia
09 Mar. – Catequese
16 Mar. – Coordenação
23 Mar. – Pastoral dos Brasileiros

ARROJA – São José Operário
23 Fev. – Catequese | Jovens de São José
02 Mar. – MEC | Manutenção | Liturgia
09 Mar. – Coros | Liturgia
16 Mar. – Catequese | Jovens de São José
23 Mar. – MEC | Manutenção | Coros

CODIVEL – Sagrada Família
23 Fev. – Grupo Caminhar com Maria
02 Mar. – Grupo Renascer na Fé
09 Mar. – Grupo Coral de Adultos
16 Mar. – Grupo Coral Juvenil
23 Mar. – Leitores | MEC

VALE DO FORNO – Divino Espírito Santo
23 Fev. – Grupo Coração de Maria
02 Mar. – Grupo Santíssima Trindade
09 Mar. – Grupo Arco-Íris
16 Mar. – Grupo Sorriso
23 Mar. – Catequese

Elisabetta Sanna, exemplo para a Família Palotina

elisabetta sannaNo dia 17 de Fevereiro, a Igreja recorda a morte de Elisabetta Sanna, beatificada pelo Papa Francisco em Setembro de 2016 e muito querida para toda a Família Palotina.

Elisabetta Sanna era deficiente dos braços, na sequência de uma varíola quando tinha apenas 3 meses, razão pela qual aparece sempre representada com pequenos braços cruzados em cima do colo. Não conseguia movimentar os braços, pelo que não conseguia fazer com desenvoltura os gestos mais simples, como alimentar-se, lavar o rosto ou pentear-se, dada a sua deficiência. Podia movimentar apenas os pulsos e os dedos.

Em vez de se lamentar, falava do seu mal como sinal da grande misericórdia de Deus. Sendo a sua família muito devota, teve uma robusta formação cristã e aos 15 anos era já catequista, e dinamizadora de actividades diárias na sua paróquia, tais como o terço ou a via sacra.

Elisabetta queria seguir a vida religiosa, mas a mãe resolveu casá-la, uma vez que considerava que, dada a sua deficiência, não conseguiria governar a sua vida sozinha. Casou aos 19 anos, tendo tido 7 filhos, dos quais 5 sobreviveram. Após o falecimento do marido, consagrou-se inteiramente a Deus através do voto de castidade perpétua.

Um desejo ardente de visitar a Terra Santa conduziu-a, graças a dificuldades e obstáculos inesperados, até à cidade de Roma, onde viveu o resto dos seus dias… e onde conheceu Vicente Pallotti, a quem procurou para seu confessor por causa da sua fama de santidade.

A relação de amizade e entreajuda entre os dois durou todo o resto da vida de Pallotti. O incrível é que Pallotti não conhecia o sardo (única língua que Elisabetta falava); no entanto, entendiam-se bastante bem.

Elisabetta Sanna trabalhou nas obras criadas por Pallotti até à sua morte, a 17 de Fevereiro de 1857, tomando como mote o ideal palotino de “reavivar a fé” e “reacender a caridade”.

A Igreja recordará para sempre a sua generosidade sem limites e a humildade de quem nunca se importou de viver na penúria, dando aos outros o que lhe poderia fazer falta; o seu zelo e fidelidade a Deus e à Igreja; o fervor da sua fé e a sua presença assídua nas celebrações e na adoração ao Santíssimo Sacramento; e a sua espantosa postura perante a doença e a limitação física, que abraçou como dom de Deus.

Via-Sacra à 6.ª feira

 

maruia jesus cruz

Lembramos que esta sexta-feira, 16 de Fevereiro, se inicia a celebração da Via Sacra na Igreja Matriz e também nos Núcleos.

A Via Sacra terá lugar todas as sextas-feiras da Quaresma pelas 21h (não sendo permitidas quaisquer actividades da paróquia em simultâneo).

Que este seja o início da nossa caminhada de conversão, até à Páscoa do Senhor!

Início da Quaresma

Com as celebrações eucarísticas de ontem na Igreja Matriz e na Igreja da Divina Misericórdia, nas Patameiras, demos início ao tempo da Quaresma.

As cinzas com que os fiéis foram marcados simbolizam a morte e a penitência, aspectos essenciais do caminho de conversão que fazemos até à Páscoa.

No acto da imposição das cinzas, o sacerdote profere uma de duas frases que nos convidam à reflexão:
“Lembra-te que és pó e que ao pó voltarás” (Gn 3, 19)
“Convertei-vos e acreditai no Evangelho” (Mc 1, 15)

Catequese aprende mais sobre São Vicente Pallotti

Esta segunda-feira, no dia em que a Igreja celebra a vida e o exemplo de São Vicente Pallotti (22 de Janeiro), os jovens do 9.º volume da Catequese juntaram-se para celebrar a eucaristia e para um encontro em que ficaram a conhecer melhor este santo.

No Salão da Igreja Matriz, os jovens desenvolveram uma actividade sobre São Vicente Pallotti, acompanhados pelo Padre Juliano, no primeiro encontro temático “Quem são os Santos? Heróis da Fé”.

Aqui ficam algumas fotografias deste momento!

Mensagem da Paz 2018 – LOC/MTC

Eis a Mensagem da Paz 2018 redigida pela Equipa Diocesana da Liga Operária Católica – Movimento dos Trabalhadores Cristãos de Lisboa:

MENSAGEM DA PAZ.

Reflexão da Equipa Diocesana da LOC-MTC de Lisboa

Migrantes e Refugiados: homens e mulheres em busca de paz.

O tema escolhido pelo Papa para a mensagem do Dia Mundial da Paz do ano de 2018 convida-nos a uma reflexão comunitária e implica-nos na Ação diária, no compromisso com os nossos irmãos. Não podemos ficar indiferentes.

O Papa Francisco lembra-nos que a paz que os anjos anunciaram aos pastores na noite de Natal, é uma aspiração de todas as pessoas e de todos os povos, sobretudo dos que mais sofrem com a sua falta, e recorda os 250 milhões de migrantes no mundo, dos quais 22 milhões e meio são refugiados. As pessoas fogem da guerra, da fome, da pobreza e partem à procura de melhores condições de vida e de trabalho para poderem viver com dignidade e paz. Isto acontece no interior das fronteiras nacionais e fora delas.

Urge trabalhar na elevação da consciência social e política dos cidadãos através da educação, combater a exploração, as desigualdades, o racismo, a xenofobia, as causas da pobreza e alertar para os valores da vivência pacífica em sociedade.

Pertencemos todos a uma mesma família – a família humana. Diz-nos S. Paulo: Tende entre vós os mesmos sentimentos, que estão em Cristo Jesus. Procurai ter os mesmos sentimentos, assumindo o mesmo amor, unidos numa só alma, tendo um só sentimento; Não façam nada por ambição, nem por vaidade; mas, com humildade, considerai os outros superiores a vós próprios, não tendo cada um em mira os próprios interesses, mas todos e cada um exactamente os interesses dos outros (Fil 2,2-5).

O Papa Francisco impele-nos a abraçar por dentro todos aqueles que fogem da guerra e da fome ou se vêem constrangidos a deixar a própria terra por causa de discriminações, perseguições, pobreza e degradação ambiental. Há muito caminho a percorrer até que os nossos irmãos e irmãs possam voltar a viver em paz numa casa segura, refere o Santo Padre. Por isso, acolher o outro, colocarmo-nos na sua pele, promover, integrar, proteger é sentido de compromisso. Atitude vigilante, gestão responsável de Governantes e comunidades é o que se exige.

O acto criador de Deus também é obra do presente, refere a mensagem da Equipa Nacional da LOC/MTC. Que sejamos construtores de um projecto de vida para todos e com todos, onde haja lugar para o sonho, para a esperança, para a solidariedade e para a justiça social. Unidos construiremos um mundo melhor, porque mais humanizado; é um mundo de PAZ.

28 de Dezembro de 2017

Equipa Diocesana da LOC-MTC de Lisboa

(clique no link seguinte para fazer o download do documento)

Mensagem da Paz 2018 – LOC-MTC

Festa do Padroeiro, Santíssimo Nome de Jesus

Esta quarta-feira, dia 3 de Janeiro, a comunidade paroquial de Odivelas comemorou a Festa Litúrgica do Santíssimo Nome de Jesus, padroeiro da Paróquia.

Pelas 18h30, foi celebrada a santa eucaristia, a que presidiu o pároco, Padre Zeca, e que foi concelebrada pelos restantes sacerdotes da Paróquia, Padre Julian e Padre Adenilson.

Um momento especial desta eucaristia foi a admissão de 10 novos acólitos para o serviço litúrgico!

Logo de seguida, teve lugar pela primeira vez uma procissão com a imagem do Menino Jesus que ocupa o trono do altar-mor da Igreja Matriz. A procissão fez-se em volta do quarteirão da Igreja, simbolizando toda a cidade de Odivelas.

Vamos cantar as Janeiras

Durante o mês de Janeiro, a Pastoral Juvenil da nossa paróquia percorrerá alguns pontos da nossa cidade, cantando as Janeiras.
Ao contrário de anos anteriores, não existirão inscrições; os jovens afixarão de véspera um cartaz nos prédios seleccionados, avisando da sua visita.
Segue o plano de zonas/bairros, até à data – o horário será das 18h às 21h:
– 06 e 07 Jan. – Colinas do Cruzeiro
– 14 Jan. – Codivel
– 20 Jan. – centro de Odivelas (área próxima da Matriz)
– 28 Jan. – Patameiras

Como habitualmente, também na Arroja, a comunidade de S. José Operário cumprirá a tradição de cantar as Janeiras.
Partirão todas as sextas, sábados e domingos de Janeiro, das 20h às 22h, desde que haja no mínimo 8 pessoas disponíveis. Este ano, estão até à procura de quem os queira acompanhar – basta inscreverem-se no referido núcleo.

Encontro do Grupo de Jovens Marianos

No passado  fim-de-semana, 16 e 17 de Dezembro, o Grupo de Jovens Marianos  esteve reunido na Quinta das Tílias, em Belas – espaço cedido simpaticamente pelas Irmãs Servas de Nossa Senhora.

Entre reflexões, silêncio, orações, partilhas e muitos momentos de animação, os jovens tentaram responder, mais uma vez, à pergunta: “Quem é Deus?” – porque vale sempre a pensa voltar a encontrar algumas das respostas que alicerçam a nossa fé, durante a caminhada, principalmente nesta altura de preparação para o nascimento do Deus-Menino em cada lar.

Para além deste tema central, os membros do grupo trabalharam na fortificação de laços entre si, contribuindo mutuamente para a sua formação inter-pessoal.

O balanço foi positivo entre todos os que participaram na íntegra do encontro, sendo que tiveram ainda a alegria de receber na noite de sábado, outros membros que não tiveram disponibilidade de partilhar com eles este fim-de-semana.